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Still alive

Depois de umas mudanças no meu trabalho, meu tempo ficou mais escasso. Não é nem que eu tenho taaaanta coisa pra fazer, mas eu ando me estressando em dobro por causa das responsabilidades extras. Mesmo assim, consegui um tempinho para me dedicar a alguns crafts para desanuviar a mente.
Os moranguinhos em tricô abaixo, feitos com receita tirada daqui, foram para uma amiga da redação que fez aniversário recentemente. O conjunto era formado por três unidades, mas a terceira estava perdida no momento da foto. Foram super-fáceis de fazer, assim que eu peguei o jeito de usar o joguinho de agulhas de ponta dupla.

moranguinhos-sachê

Já os cookies são de verdade e foram feitos domingo à noite. Já estava ensaiando assar uns biscoitinhos há um bom tempo, mas sempre faltava alguma coisa, ingrediente ou tempo, mesmo. A receita é de algum lugar da internet, mas não tem segredo, é daquelas bem básicas. Adicionei um pouco de chocolate em pó à massa, para que ela ficasse mais escura e com um gostinho diferente. Também coloquei um pouco mais de gotas do que o recomendado. Os cookies ficaram bem saborosos, mas o problema foi o tempo de forno. Quinze minutos era o que dizia a receita, mas eu deixei mais e ficou bom do mesmo jeito. Não gostei muito dos que ficaram menos tempo porque eles não endureceram depois, continuaram meio molengos; gostosos, sim, mas molengos.

cookies de chocolate

Fora isso, tenho alguns outros projetos em andamento (tudo em tricô): uma boina com linha laranja; mais moranguinhos, corações e um porta-ipod/celular azul para um troca do flickr. Fico pensando: como seria ter uma tarde inteira pra tricotar e fazer todas essas coisas? Sonho, hein!
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iPod cozy – done!

Meio que cansei de começar projetos de tricô que demoram muito pra terminar. A vida anda corrida demais e eu não tenho conseguido sentar pra tricotar. Por isso, os projetos que vieram no Making Stuff são ideais pra mim: rápidos de fazer e bem práticos.

original 'recipe' for cell cozy

Esse aí é o iPod cozy que eles ensinam a fazer. Fiz umas mudanças e decidi criar um porta-celular listrado de rosa e branco, com um coração em pink. Olha aí o resultado final…

completed cell cozy

Não sei se dá pra perceber, mas ele ficou grande demais para meu celular, que não é tão largo assim. No fim das contas, ele foi mesmo abrigar o meu iPod (mesmo assim, ainda está um pouco grande, argh).

E a minha costura foi totalmente defeituosa. Ok, admito que eu estava com pressa e fui fazendo de qualquer jeito, só porque queria terminar logo. De qualquer jeito, para uma primeira tentativa, até que está bom.

Mais detalhes das costuras tortas e do fundo do cozy, que eu mudei.

completed cell cozy completed cell cozy

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Antes tarde do que nunca…

Finalmente, tenho fotos do cachecol que fiz para o namorado. Ele mesmo tirou, portanto eu devo agradecer: obrigado, namorado! Foi um dos presentes de Dia dos Namorados dele, um dos decididos de última hora. Apesar da vontade de fazer algo diferentes, não estava conseguindo pensar em nada que fosse fácil e legal, ao mesmo tempo. Daí eu vi essa idéia de cachecol no Superziper e, de repente, bolei toda uma idéia de kits pra ele. Kit inverno, com cachecol e gorro de lã; kit show (ele é guitarrista), com alguns produtos para ele “se montar” antes de subir ao palco; e kit cultura, com dois livros. Felizmente, ele gostou de tudo! Só falta fazer frio o suficiente para ele usar o kit inverno (e falta eu fazer o gorro; como a idéia foi de última hora, não deu tempo de tricotar tudo!).

Abaixo, foto do cachecol:

cachecol de crochê

Mais fonte de inspiração para crafts variados: é a Marie Claire Idées! Pelo que eu pude perceber, a revista é ótima, sim! Tem diquinhas de decoração e alguns projetos de crafts variados. Vale até para quem não sabe francês, só para inspirar na hora de colocar as mãos na massa e mudar a cara do seu quarto/escritório/casa. Ponto negativo: como é francesa, a revista costuma ter um preço meio salgado, cerca de R$ 50 por edição. Ugh! Ponto positivo: são apenas quatro edições por ano! Hum, pensando bem, isso também pode ser um ponto negativo; você gasta menos, mas tem que esperar muito mais tempo pra folhear a edição seguinte.

Marie Claire IdéesMarie Claire Idées

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Fim da enrolação

Eu sou uma grande procrastinadora, disso não há dúvida. E se eu fico deixando pra depois as coisas que têm prazo, imagina as que não têm. Há um bom tempo eu quero colocar as fotos do meu primeiro cachecol desse ano aqui, mas nunca tirava as fotos e vivia deixando pra outra hora. Ontem, finalmente, a ‘outra hora’ chegou! Apesar dele já estar terminado há séééculos, ainda não coloquei os pompons que vão ficar nas pontas, no lugar da tradicional franja. Mas desse fim de semana não passa. Olha ele aí:

Cachecol em ponto barra

Ele foi feito em ponto barra 4/4, com agulhas 7, eu acho. A lã é a Desejo, da Pingouin. Achei a cor dela linda e a textura ótima. Como tinha muita (comprei um pacote com 5 novelos de 100g), pensei em fazer um listrado de preto e verde. Mas não acho praticamente nenhuma cor dela em lugar algum. Saco.

Cachecol em ponto barra - close

Esses são os pompons que vão ficar presos nas pontas. Os i-cords iriam prender os dito-cujos no cachecol, mas agora já estou em dúvida e não sei se eles vão ser costurados direto mesmo ou não. Enfim.

Cachecol em ponto barra - embelishments

E aí embaixo, uma amostrinha beeem pequena de um ponto que eu vi em algum lugar. Vou procurar direitinho a fonte e coloco aqui depois. Achei lindo e tava bem pensando em fazer um cachecol mais fininho com ele.

Amostrinha

Preciso também tirar fotos do cachecol que eu dei para o namorado. Foi feito de crochê, em preto e cinza, inspirado em um mostrado no Superzíper. O ponto que elas ensinam não estava dando certo pra mim, parecia que faltava uma diminuição e daí o resultado ficava meio como um babado, então eu peguei um outro com a ajuda da minha mãe. Ficou lindo, todo mundo que viu adorou e o namorado também, graças!

Gostei bastante desse ponto porque é bem diferente de tudo que eu já tinha feito com crochê. O único problema foi que eu usei uma agulha de crochê tunisiano enooorme e era um saco crochetar no ônibus ou em lugares do tipo. Tinha que ter o maior cuidado pra não bater em ninguém já que, além do medo de alguém ficar puto comigo por ter levado uma agulhada sem querer, a talzinha, que é de madeira, podia quebrar. Essa última oossibilidade com certeza me dava mais medo que a primeira, porque todo o material de tricô e crochê que eu uso é da minha mãe e ela é ciumentíssima com essas coisas. Felizmente, entre mortos e feridos salvaram-se todos – o cachecol ficou ótimo, a agulha continua intacta e minha mãe está feliz de ver que eu herdei o gosto da minha avó pelas artes manuais.