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Para aprender a fazer estêncil

Por milhares de motivos, o ritmo aqui no Crafty Mixture anda lento. Não consegui as fotos do cachecol de crochê (mas acreditem, ficou lindo!), não tenho tido tempo para navegar em busca de novidades pela internet, não consegui finalizar mais nenhum projeto… Enfim, o negócio tá complicado.

http://casadachris.uol.com.br

Mesmo assim, consegui descobrir um site bem legal – o Casa da Chris. Lá tem um monte de coisa interessante, principalmente a seção Faça em casa, que tem uns passo-a-passos ótimos. O mais recente ensina a fazer estêncil e apresenta um objeto que eu não conhecia – o cortador de estêncil! A tal ferramenta é ligada na tomada e tem uma ponta que esquenta muito-muito-muito e corta o acetato. Apesar de ser mais perigoso que as exacto-knives da vida, parece que é bem mais fácil de usar e que o corte sai muito mais “limpo”.

Outra coisa que eu nunca tinha visto é o adesivo reposicionável, que parece uma coisa beeeem divertida. Só tenho uma dúvida: é pra usar só com estêncil ou é possível “inventar” novos usos pra ele?

Cortador de estêncil + adesivo reposicionável

Retomando e resumindo: o site é tudo de bom e ainda tem uma seção com receitinhas de pratos que tem uma cara deliciosa, além sugestões de “passeios” pra lá de divertidos (brechós e lojas de decoração de Sampa e do Rio), dicas para quem está preparando o casamento e até uma calculadora que te diz quanto de tinta você vai precisar para dar aquela recauchutada no seu quarto ou pintar de verde-limão uma parede do seu escritório. Mega mão na roda! Vale bem a pena gastar uma horinha (ou mais) por lá!
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Fim da enrolação

Eu sou uma grande procrastinadora, disso não há dúvida. E se eu fico deixando pra depois as coisas que têm prazo, imagina as que não têm. Há um bom tempo eu quero colocar as fotos do meu primeiro cachecol desse ano aqui, mas nunca tirava as fotos e vivia deixando pra outra hora. Ontem, finalmente, a ‘outra hora’ chegou! Apesar dele já estar terminado há séééculos, ainda não coloquei os pompons que vão ficar nas pontas, no lugar da tradicional franja. Mas desse fim de semana não passa. Olha ele aí:

Cachecol em ponto barra

Ele foi feito em ponto barra 4/4, com agulhas 7, eu acho. A lã é a Desejo, da Pingouin. Achei a cor dela linda e a textura ótima. Como tinha muita (comprei um pacote com 5 novelos de 100g), pensei em fazer um listrado de preto e verde. Mas não acho praticamente nenhuma cor dela em lugar algum. Saco.

Cachecol em ponto barra - close

Esses são os pompons que vão ficar presos nas pontas. Os i-cords iriam prender os dito-cujos no cachecol, mas agora já estou em dúvida e não sei se eles vão ser costurados direto mesmo ou não. Enfim.

Cachecol em ponto barra - embelishments

E aí embaixo, uma amostrinha beeem pequena de um ponto que eu vi em algum lugar. Vou procurar direitinho a fonte e coloco aqui depois. Achei lindo e tava bem pensando em fazer um cachecol mais fininho com ele.

Amostrinha

Preciso também tirar fotos do cachecol que eu dei para o namorado. Foi feito de crochê, em preto e cinza, inspirado em um mostrado no Superzíper. O ponto que elas ensinam não estava dando certo pra mim, parecia que faltava uma diminuição e daí o resultado ficava meio como um babado, então eu peguei um outro com a ajuda da minha mãe. Ficou lindo, todo mundo que viu adorou e o namorado também, graças!

Gostei bastante desse ponto porque é bem diferente de tudo que eu já tinha feito com crochê. O único problema foi que eu usei uma agulha de crochê tunisiano enooorme e era um saco crochetar no ônibus ou em lugares do tipo. Tinha que ter o maior cuidado pra não bater em ninguém já que, além do medo de alguém ficar puto comigo por ter levado uma agulhada sem querer, a talzinha, que é de madeira, podia quebrar. Essa última oossibilidade com certeza me dava mais medo que a primeira, porque todo o material de tricô e crochê que eu uso é da minha mãe e ela é ciumentíssima com essas coisas. Felizmente, entre mortos e feridos salvaram-se todos – o cachecol ficou ótimo, a agulha continua intacta e minha mãe está feliz de ver que eu herdei o gosto da minha avó pelas artes manuais.

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Livro de crafts "alternativo", yey!

Fui visitar a nova Livraria Cultura no último fim-de-semana. Só posso dizer: HOLY MACKEREL! Ela tá gigante, linda, muito mais completa e reafirmou seu posto de livraria do coração pra mim. Os atendentes continuam solícitos e bem-informados, mesmo que, em algumas áreas, você tenha que “pegar fila” pra conseguir falar com um. Mas enfim, isso não importa, porque enquanto você espera ele te atender, dá pra ficar vendo trechos dos DVDs, folheando aqueles livros lindos e ouvindo trechos dos CDs mais legais do mundo.
Como sempre, tive que dar uma passada na parte de crafts, só para dar uma olhada no que tinha de novo. Achei um livro LINDO e que, pelo que eu pude perceber, é ótimo; ele é o Making Stuff – An Alternative Craft Book.

makingstuff01

Segundo o site da Amazon.com, o livro tem mais de 50 projetos usando materiais tradicionais ou não para customizar suas roupas, fazer suas próprias bijuterias e acessórios, decorar a casa e dar uma reciclada em coisas que você já tem e estão com aquela cara de usadas (ou não combinam com você). Pelo que eu vi, se você se interessa por esse tipo de coisa, vale bem a pena adquirir. Ele já está na minha listinha de livros pra comprar, e em primeiro lugar. Confira aí embaixo imagens de dois projetos deles – luvinhas feitas de um casaco velho e um avental pra lá de irreverente:

makingstuff02

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Comida assassina: Drop Dead Gorgeous by Daniela Edburg

Xeretando na internet, encontrei um link do jornal The Morning News com uma entrevista de 2006 com a artista/fotógrafa Daniela Edburg, que, na época, estava expondo em uma galeria americana a exposição Drop Dead Gorgeous. Todas as fotos mostram mulheres belas e glamourosas mortas ou em vias de morrer. O curioso era a causa da morte, sempre explicitada no nome da foto e nela própria. Death by cotton candy, Death by Oreos, Death by cake e Death by shampoo são apenas alguns dos títulos dos trabalhos. Segundo a artista, a intenção era explicitar a relação de amor e ódio que mantemos com os alimentos e produtos de beleza retratados.

drop dead gorgeous series by daniela edburg

Uma coisa legal é que ela admite ter se inspirado em filmes para fazer as fotos. A Death by bananas, por exemplo, “faz uma referência quase direta a Os Pássaros, de Hitchcock”.

Você confere aí embaixo trechos da entrevista com a moçoila e, logo em seguida, encontra um link para a página do jornal, onde dá pra conferir algumas das fotos da exposição, e outro para o site oficial da artista.

How did you come up with the idea for this series?
I started this series in 2001 for my art school thesis. I painted back then, and I wanted to do a series of remakes of my favorite paintings. [I planned to add] a spin by adding one element [that would be] very much out of context. The first attempt was Death by Shampoo, after the Death of Marat by Louis-David. But I lacked the skill to do a neoclassical reproduction. So, I decided to do [the reproductions] with photography instead and modified my thesis subject to be about the relationship between glamour and death. The medium itself has a glamorizing effect, and through color, composition, and humor you can create the illusion that something is aesthetically pleasing when, in reality, it could be horrible or gross.

Why do food and beauty products have such a sinister effect on the women in your photographs?
I guess I am pretty compulsive. That which gives me pleasure one minute, causes guilt the next. I am surprised at how much I like the products I consume, but, if you stop for one second to think about it, it’s absurd. Yet, you can’t stop. [The work] is not a criticism it’s just an exaggeration of my own reality.

Your Drop Dead Gorgeous series reminds me of some horror films and thrillers featuring women — Carrie, the Stepford Wives, Basic Instinct, Rosemary’s Baby — have any films or scenes influenced your work?
Death by Bananas is an almost direct reference to Hitchcock’s The Birds. For Death by Cotton Candy I watched the Wizard of Oz, many times. I love the tornado scene. The first picture I did that was more referential to film than to painting or television, was Death by Gummi Bears; a girl having a picnic and from a nearby sugar anthill thousands of gummi bears stream out to devour her. Then, I did Death by Tupperware where a Japanese high school student in her uniform is being attacked by an enormous slimy tentacle from a creature that has formed in her refrigerator. In Death by Saran Wrap a girl is trying [to wrap] a small container of strawberries when two huge plastic spiders start to wrap her into a cocoon of plastic wrap. All these [photographs] come from the classic monster movies like the creature from the black lagoon, which I love.

Even though these photos are lighthearted, there’s something really transfixing. Why are we fascinated by the tragic deaths of glamorous, young, beautiful women?
I think that death is very seductive. It makes us appreciate the beauty in all that is ephemeral. I think Baudrillard said we seduce with our weakness. When are we frailer than in the moment when we are losing our lives?

Is Nutella out to get us? Does cake have a dark side? How are food and beauty products actually harmful?
There’s only your own dark side. The cake is not really to blame. It’s not really about the products, but the relationship of love and then hate that we have with them. When you look at a beautiful package of Oreos everything is new and shiny and attractive, and there is the promise of the sweetness and the pleasure, and then you go and open it and eat it and all you have are a stomachache, crumbs and garbage.

Links:
http://www.themorningnews.org/archives/galleries/drop_dead_gorgeous (galeria do jornal)
http://www.magentamalibu.com (site da artista)

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shrek-mcdonalds

Quero os bonequinhos dos personagens de Shrek que o McDonald’s está distribuindo com o McLanche Feliz! Dispenso, no entanto, aqueles lanches novos que parecem ser bem bizarros.
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On a shopping spree (I wish)…

Sou apaixonada por tudo que é vendido na FredFlare.com. E tem como não ser? Ah, se o frete deles para o Brasil não fosse de 40 dólares (isso mesmo, amiguinhos!), eu ia ser uma das maiores clientes. Fiz essa montagem toscona aí embaixo com algumas das coisas que eu mais quero no momento. Algumas delas podem ser minhas, já que uma amiga está indo viajar e eu pretendo comprar pra mandar pro endereço dela lá. Altas tramóias, né? Mas vale a pena, com certeza.

oh, temptation!

Explicação rápida para os itens:

1. Micro-short xadrezinho mega-colorido. Claro que eu precisaria de pernas mais finas para usar essa belezura, mas não dá pra não querer, mesmo assim. Dá uma olhada no detalhe do jacaré! Ooonnnn!

2. Colarzinhos lindos e divertidos. O primeiro é um cupcake de chocolate; o segundo, um coração com arco-íris (gay pride, maybe?) e um strass; o terceiro é um morango com chocolate. Como estou trabalhando na minha linha (ui!) de pingentes de sorvetes, bolinhos e docinhos, esses da FF, além de darem muita fome, são uma ótima fonte de inspiração.

3. Decoração pro fone de ouvido. Totalmente inútil e, ainda assim, completamente adorável.

4. Wristlets pra lá de alegres. Todos os quatro modelos fazer referência a alguma história infantil – a de borda verde tem o João subindo no pé de feijão (João e o Pé de Feijão, duh), a com a borda vermelha traz os personagens de O Mágico de Oz, a de borda vermelha mostra Chapeuzinho Vermelho e o Lobo Mau, e o de borda azul… Bom, esse eu não tenho a menor idéia. Mas é lindo também! Quero todos!

5. Totes e pouch. O nome da primeira tote era algo como ‘sneaker love’, sabem? Bem meigo. O legal da outra tote é o tecido, com esses morangões lindos.

6. Óculos big-big-big. O primeiro chama Nicole Richie em homenagem aos mega-óculos que a anoréxica número um da América vive usando. Lindos, lindos! O segundo tem swan (cisne) em algum lugar do nome por causa das hastes que imitam cisnes.

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Serviço de utilidade pública:
A mais nova versão da Neet Magazine já está no ar. Clica aí no link e corre pra conferir a revista todinha! Dessa vez, ela ensina a fazer uma linda pulseira com papel. Se eu bem me lembro, eles recomendam você usar aqueles papéis japoneses pra origami, o que é ótimo, já que comprei um monte deles nos últimos tempos. De resto, é a coisa de sempre: looks, matérias e recomendações supimpas! Só conheci a revista na última edição, mas já devorei todas as mais antigas e estou completamente apaixonada!

neetmag new edition

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Stamping fun!

Depois de ver esse post sobre carimbos no Superziper, lembrei que ainda não postei foto dos carimbinhos que comprei na Liberdade: eles são diminutos e beeem fininhos; parece até que você desenhou com caneta ponta fina. As imagens são as mais fofas ever: bichinhos fofinhos, cute symbols e até um joguinho de joquempô! No meio da caixinha, uma mini-almofada com 4 cores – vermelho, azul, verde e laranja. Faz a felicidade de qualquer criançona, como eu. Check it out:

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